Riscos psicossociais e saúde mental no trabalho (NR-1)
Pressão, sobrecarga, conflito e assédio também são riscos. A NR-1 inclui os fatores psicossociais no gerenciamento de riscos da empresa.
Nem todo risco no trabalho se vê. Metas inalcançáveis, jornadas longas, falta de clareza nas tarefas, relações tensas e situações de assédio afetam a saúde de quem trabalha e o desempenho da empresa. A NR-1 inclui esses fatores no gerenciamento de riscos ocupacionais, o que faz deles parte do inventário e do plano de ação, como qualquer outro perigo.
Do problema ao plano de ação
O caminho segue a mesma lógica do restante do PGR: identificar, avaliar, controlar e acompanhar. A diferença está nos instrumentos, que dependem de escuta, questionários e análise de indicadores da organização, e não de medidores de ruído ou de poeira.
O que oferecemos
Avaliação de riscos psicossociais no PGR
Identificação dos fatores presentes, análise por setor, registro no inventário e plano de ação com responsáveis e acompanhamento.
Questionário de riscos psicossociais
Aplicação de questionário aos trabalhadores, com relatório técnico que organiza as respostas e mostra onde estão os pontos de atenção. Resultados individuais ficam protegidos.
Programa de saúde mental corporativa
Ações contínuas de informação, acolhimento e prevenção, desenhadas conforme o perfil da equipe. Para quem precisa de atendimento individual, há a página de psicologia.
Prevenção de assédio moral, sexual e violência no trabalho
Treinamentos para lideranças e equipes, que explicam o que é, como identificar, como agir e a quem recorrer. Combinam bem com os eventos descritos em CIPA, SIPAT e treinamentos.
Canal de denúncias
Via segura para relatos de assédio, discriminação e outras condutas inadequadas, com regras claras de sigilo e tratamento das informações.
Esta página é informativa. Não oferece diagnóstico, nem tratamento. Questões individuais de saúde mental devem ser encaminhadas a profissional habilitado.
Para quais empresas
Para qualquer organização com empregados, de pequeno a grande porte. O formato muda: uma equipe de poucas pessoas pede conversas e observação; uma operação grande pede questionário e análise por setor. Em ambos os casos, o resultado alimenta o PGR e se conecta ao acompanhamento médico quando o médico do trabalho entender necessário.
Como trabalhamos
O trabalho começa por entender a empresa: tamanho, setores, jornadas, forma de organização e histórico de afastamentos. Esses dados orientam a escolha dos instrumentos. Em equipes pequenas, conversas conduzidas com cuidado já trazem bastante informação. Em operações maiores, o questionário por setor dá escala.
Com as respostas em mãos, o relatório indica fatores que merecem atenção, em linguagem que o RH e a diretoria conseguem usar. Cada ponto vira uma ação possível: ajuste de escala, revisão de metas, treinamento de lideranças, canal de escuta ou acompanhamento por profissional de saúde.
O acompanhamento é parte do processo. Depois das ações, é preciso medir se a situação melhorou, e o resultado volta para o inventário do PGR. Assim a gestão de fatores psicossociais deixa de ser um evento isolado e entra na rotina de segurança e saúde.
Perguntas sobre riscos psicossociais
O que a NR-1 diz sobre fatores psicossociais?
Ela inclui esses fatores no gerenciamento de riscos ocupacionais. Para saber o que se aplica à sua empresa, consulte a redação vigente da norma e as orientações oficiais.
O questionário identifica cada funcionário?
O relatório é construído para tratar dados de forma coletiva, com cuidado com a privacidade de quem responde.
Isso substitui o acompanhamento psicológico?
Não. Gestão de riscos no trabalho é prevenção organizacional. Cuidado individual é responsabilidade de profissional de saúde.
Vamos organizar a saúde ocupacional da sua empresa?
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